Ruas reais, preço fechado antes de pedir e voz para quem não lê. Este é o ZigZag a funcionar — não é uma maqueta de desenho.
Isto é um protótipo para aprovação. O mapa, as ruas, as distâncias e as rotas são reais (OpenStreetMap, medido a 09/09/2026). Motoristas, corridas e valores são simulados para demonstração.
A área do cliente existe, instala-se e funciona — é o app que está no link aqui ao lado. A do motorista e a da central são o que proponho construir a seguir: aqui em baixo estão as três a funcionar ao toque, para não ter de imaginar nada. O mapa corre dentro desta página — sem conta de mapas, sem internet do lado do passageiro.
A área do cliente está construída e no ar. As outras duas estão aqui como protótipo a funcionar — para aprovar o desenho antes de eu as construir.
Cada percurso passa pelas ruas que existem: a distância e o tempo saem da rede de estradas de Bissau, resolvida dentro do próprio aparelho. É o que permite fechar o preço antes de o passageiro pedir. E como o app desenha o mapa com essas mesmas ruas, não precisa de descarregar mapa nenhum — abre logo, e funciona sem rede.
O app já mostra os edifícios, os nomes das ruas e um ponto colorido em cada hospital, banco, mercado ou hotel. Os edifícios são 31.863 e vêm num pedido à parte, depois de o mapa e a rota já estarem no ecrã — assim nada fica à espera deles. No APK já vão dentro do telemóvel e aparecem de imediato.
Na Guiné-Bissau, obrigar alguém a criar conta Google para descarregar um app é perder metade das pessoas. O ZigZag instala-se pelo próprio link.
Abre-se o link no telemóvel e escolhe-se “Adicionar ao ecrã principal”. Fica com ícone e abre em ecrã inteiro, como qualquer app.
Para quem prefere o ficheiro: 10 MB, instala-se e fica no telemóvel. É o mesmo programa, compilado para Android.
À segunda abertura o mapa, as vozes e o programa já estão no telemóvel. Provado: desligámos o servidor e o app continuou a abrir inteiro.
Cortar a parte financeira tira do caminho KYC bancário, PCI e licença de pagamentos. Fica transporte: quem pede, quem conduz e quem despacha.
Como ler a tabela: a área do cliente já existe e está no ar; a do motorista e a da central são o alvo. Onde diz “com servidor”, é coisa que não se consegue fazer sem servidor — e o servidor é a fase 1.
| Área | Identidade | Operação | Nunca guarda |
|---|---|---|---|
| Cliente | Nome, idioma · com servidor: telemóvel verificado por código e PIN de 4 dígitos | Moradas Casa/Trabalho, histórico com recibo, avaliação, partilhar viagem, SOS, comprovativo de pagamento em cripto | Cartão, chave de carteira, documento, localização fora da corrida |
| Motorista | Foto, carta de condução com validade, contacto de emergência, viatura, seguro | Turno online/offline, aceitar, navegar, ganhos do dia e da semana, comissão a pagar | Posição fora do turno, dados bancários |
| Central | Utilizadores com 3 perfis: dono, despacho, financeiro | Despacho manual, aprovação documento a documento, tarifas por bairro, relatórios, auditoria | Senhas em claro, exportações sem registo |
Código enviado ao telemóvel e PIN de 4 dígitos para voltar a entrar — lido em voz alta para quem não lê.
Não há auto-cadastro. A central regista, confere carta e seguro, e só então o motorista aparece para os passageiros.
Sem carteira digital dentro do app. Quem paga em cripto paga para a carteira da ZigZag, de fora, e cola o código da transação; a central confere na cadeia antes de despachar.
Nada aqui depende de código — depende de si. Responda a estas quatro e o servidor, o app do motorista e o painel entram em construção na ordem indicada.
Construir dá controlo total e leva a voz também para o motorista. Comprar (Ridy, US$ 399) entrega despacho e painel mais depressa, mas obriga a portar a voz, o bairro-sem-GPS e o mapa offline.
É a nossa recomendação: num mercado sem verificação automática de documentos, quem valida é gente.
Sem carteira digital, é o modelo que funciona: o painel acumula, a central acerta, o sistema bloqueia acima do limite.
VPS de US$ 5–15/mês aguenta a operação de Bissau, incluindo o encaminhamento próprio. Falta escolher onde e em nome de quem.
Contas, código por WhatsApp, perfis, moradas, histórico, corridas e despacho mínimo. 3–5 dias.
Turno, aceitar, navegar com voz, ganhos e comissão. 4–6 dias.
Encaminhamento próprio no servidor, rastreio ao vivo, tarifas por bairro, documentos e relatórios. 6–8 dias.